EMEFBoa Saúde/Educação Ambiental&Sustentabilidade
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A Carta da Terra
Campanha "Carta da Terra"
Carta da Terra Brasil
Desde o dia 22 de abril (Dia Mundial da Terra), uma campanha muito especial está sendo veiculada por emissoras de TV por assinatura e a MTV Brasil. Trata-se de um filme de 60 segundos criado para tornar conhecida a declaração de princípios éticos da Carta da Terra, extensão brasileira do movimento The Earth Charter, lançada nos anos 90.
O filme é uma animação produzida a partir de desenhos feitos por crianças da Casa do Zezinho, entidade social que promove a cultura e a educação de crianças carentes da comunidade do Capão Redondo, na cidade de São Paulo.
A campanha aborda o momento atual da crise financeira como uma importante oportunidade de re-avaliação e de um maior compromisso ético pelo bem comum e pela responsabilidade universal.
O Brasil fez parte desse movimento, desde o início e, hoje, conta com representantes no Conselho da Carta da Terra. A diretora executiva do The Earth Charter International é a brasileira Mirian Vilela.
Para saber mais, consulte o site da Ong Carta da Terra
A campanha aborda o momento atual da crise financeira como uma importante oportunidade de re-avaliação e de um maior compromisso ético pelo bem comum e pela responsabilidade universal.
O Brasil fez parte desse movimento, desde o início e, hoje, conta com representantes no Conselho da Carta da Terra. A diretora executiva do The Earth Charter International é a brasileira Mirian Vilela.
Para saber mais, consulte o site da Ong Carta da Terra
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
PREJUÍZO ZERO AO MEIO AMBIENTE/ GARANTINDO UM FUTURO SUSTENTÀVEL
O QUE VOCÊ FAZ COM SEU LIXO ELETRÔNICO?
A OTSER ajuda a proteger o meio ambiente! Com a globalização, a desatualização dos eletrônicos é cada vez mais rápida e o acúmulo desse lixo eletrônico se torna um problema sério em nossos grandes centros.
Equipamentos como monitores possuem subsâncias tóxicas tais como chumbo, mercúrio e cádmio. De acordo com o Greenpeace, são produzidos cerca de 50 milhões de toneladas de lixo por ano em todo o mundo. faça sua parte para diminuir esse número: CONHEÇA A OTSER.
A OTSER recolhe,descaracteriza, ordena e envia esse material para empresas específicas cuja finalidade está na reciclagem de TODOS os itens recolhidos e enviados, ou seja, nada fica na natureza: PREJUÌZO ZERO AO MEIO AMBIENTE!
Dessa forma, você libera espaço na sua casa ou empresa e ainda contribui para a inclusão digital.Com a ajuda de alguns parceiros, a OTSER conserta aqueles computadores que ainda podem ser utilizados e os doa para essas organizações.
CONTRIBUA VOCÊ TAMBÉM PARA UM FUTURO MELHOR!
Informações e orçamentos pelo telefone(51)3556-0044, através do e-mail oster@.com.br, ou acesse:
www.otser.com.br
A OTSER ajuda a proteger o meio ambiente! Com a globalização, a desatualização dos eletrônicos é cada vez mais rápida e o acúmulo desse lixo eletrônico se torna um problema sério em nossos grandes centros.
Equipamentos como monitores possuem subsâncias tóxicas tais como chumbo, mercúrio e cádmio. De acordo com o Greenpeace, são produzidos cerca de 50 milhões de toneladas de lixo por ano em todo o mundo. faça sua parte para diminuir esse número: CONHEÇA A OTSER.
A OTSER recolhe,descaracteriza, ordena e envia esse material para empresas específicas cuja finalidade está na reciclagem de TODOS os itens recolhidos e enviados, ou seja, nada fica na natureza: PREJUÌZO ZERO AO MEIO AMBIENTE!
Dessa forma, você libera espaço na sua casa ou empresa e ainda contribui para a inclusão digital.Com a ajuda de alguns parceiros, a OTSER conserta aqueles computadores que ainda podem ser utilizados e os doa para essas organizações.
CONTRIBUA VOCÊ TAMBÉM PARA UM FUTURO MELHOR!
Informações e orçamentos pelo telefone(51)3556-0044, através do e-mail oster@.com.br, ou acesse:
www.otser.com.br
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Carta às irmãs e aos irmãos não-indios, para todas as gerações, sobre a mudança climática
Carta às irmãs e aos irmãos não-índios, para todas as gerações, sobre a mudança climática
Meus amigos, chega de fazer poluição e desmatar a floresta. Não destruam mais as árvores, a natureza, porque são elas que protegem a terra e armazenam a água. Se forem destruídas não haverá mais água. Nós podemos desaparecer por falta de água, por isso, por favor, parem de poluir o ar, a atmosfera que não agüenta mais tanta poluição. Também nós podemos desaparecer sob essa seca, podemos até ser castigados sobre o fogo com nossas atitudes. Além disso, parece que quanto mais poluição mais doenças diferentes surgem. Vamos parar com essas indústrias que só geram calor e seca; vamos parar para que possamos nos refrescar um pouco mais. Quando não existia indígenas aqui, não havia tanta doença nem tanto calor (quentura).
Meus irmãos, meus amigos, nós indígenas não poluímos a atmosfera nem poluímos a natureza. Nós indígenas vivemos sem nenhuma indústria, por quê vocês não-indígenas não podem viver? Sinto que vocês também podem viver como nós, sem poluição e destruição. Nós indígenas podemos não conhecer muito de livros [ciência], mas sabemos respeitar a natureza, não poluímos ou destruímos a mata irresponsavelmente. Fazemos isso porque reconhecemos que as árvores também tem vida, como a gente. Não poluímos o ar porque reconhecemos que o ar é nosso ar, precisamos dele para respirar, para continuarmos vivos. Se poluirmos o ar, pegaremos doença que nós mesmos criamos, por poluirmos o ar. Nós indígenas precisamos do ar, por isso o respeitamos.
Meus amigos não-indígenas, se vocês não sabem que precisamos do ar para sobreviver agora saberão. Vocês são homens da ciência e de leis, mas não aprendiam o respeito pelo ar e pela natureza. Se vocês não conhecem nada sobre a natureza e o sobrenatural, poderão conhecer agora conosco. Meus amigos, eu sou índio e fico refletindo: os não-indígenas são muito inteligentes, mas parece que não conhecer nada. Pois eu sou índio e reconheço a natureza, o ar, a atmosfera, os rios, a mata.
Manoel Daora Kanamari, Itamarati-AM
Depoimento escrito no dia 25 de maio de 2009 na aldeia Irmãos Unidos no rio Xeruã (município de Itamarati-AM), do professor Manoel Daora Kanamari depois de um curso sobre Mudanças Climáticas e Manejo de Lagos, realizado pelo COMIN de Carauari-AM no rio Xeruã. Professores foram Nelson Lacerda, ex secretário de meio ambiente e Walter Sass do COMIN de Carauari.
Novo hamburgo, 27/8/2010
franccarolo@bol.com.br
Meus amigos, chega de fazer poluição e desmatar a floresta. Não destruam mais as árvores, a natureza, porque são elas que protegem a terra e armazenam a água. Se forem destruídas não haverá mais água. Nós podemos desaparecer por falta de água, por isso, por favor, parem de poluir o ar, a atmosfera que não agüenta mais tanta poluição. Também nós podemos desaparecer sob essa seca, podemos até ser castigados sobre o fogo com nossas atitudes. Além disso, parece que quanto mais poluição mais doenças diferentes surgem. Vamos parar com essas indústrias que só geram calor e seca; vamos parar para que possamos nos refrescar um pouco mais. Quando não existia indígenas aqui, não havia tanta doença nem tanto calor (quentura).
Meus irmãos, meus amigos, nós indígenas não poluímos a atmosfera nem poluímos a natureza. Nós indígenas vivemos sem nenhuma indústria, por quê vocês não-indígenas não podem viver? Sinto que vocês também podem viver como nós, sem poluição e destruição. Nós indígenas podemos não conhecer muito de livros [ciência], mas sabemos respeitar a natureza, não poluímos ou destruímos a mata irresponsavelmente. Fazemos isso porque reconhecemos que as árvores também tem vida, como a gente. Não poluímos o ar porque reconhecemos que o ar é nosso ar, precisamos dele para respirar, para continuarmos vivos. Se poluirmos o ar, pegaremos doença que nós mesmos criamos, por poluirmos o ar. Nós indígenas precisamos do ar, por isso o respeitamos.
Meus amigos não-indígenas, se vocês não sabem que precisamos do ar para sobreviver agora saberão. Vocês são homens da ciência e de leis, mas não aprendiam o respeito pelo ar e pela natureza. Se vocês não conhecem nada sobre a natureza e o sobrenatural, poderão conhecer agora conosco. Meus amigos, eu sou índio e fico refletindo: os não-indígenas são muito inteligentes, mas parece que não conhecer nada. Pois eu sou índio e reconheço a natureza, o ar, a atmosfera, os rios, a mata.
Manoel Daora Kanamari, Itamarati-AM
Depoimento escrito no dia 25 de maio de 2009 na aldeia Irmãos Unidos no rio Xeruã (município de Itamarati-AM), do professor Manoel Daora Kanamari depois de um curso sobre Mudanças Climáticas e Manejo de Lagos, realizado pelo COMIN de Carauari-AM no rio Xeruã. Professores foram Nelson Lacerda, ex secretário de meio ambiente e Walter Sass do COMIN de Carauari.
Novo hamburgo, 27/8/2010
franccarolo@bol.com.br
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